Promotora de Justiça que pediu a prisão de mulher e recém nascido está grávida. Pois é

Jéssica Monteiro e seu filho

Publicado no Facebook do criminalista Augusto de Arruda Botelho

Uma mulher grávida de nove meses foi presa em flagrante por suposto tráfico de 90 gramas de maconha.

No dia seguinte, ao invés de ir para a audiência de custódia, foi para o hospital parir seu filho.

Mesmo sem sua presença na audiência o combativo advogado pediu a soltura da cliente ou subsidiariamente a prisão domiciliar.

A promotora de justiça, GRÁVIDA, opina contrariamente ao pedido.

O juiz, desconsiderando as peculiaridades do caso e a PRIMARIEDADE da acusada, negou todos os pedidos da defesa.

Entenderam por que a Lava Jato, o Moro, o STF, é o menor dos nossos problemas?

Respeitar direitos e garantias fundamentais, exigir respeito ao direito de defesa e fazer valer a presunção de inocência serve para casos como esses.

A corda sempre estoura pro lado mais fraco: o do preto, pobre e favelado.

 

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