Por que sou louca pelo Instagram

Ver as fotos compartilhadas no Instagram é uma forma de relaxamento nesta vida tão agitada

Esta é uma das que eu mais gosto. Tirei quando aguardava o embarque no aeroporto de Heathrow em Londres

Contei num artigo anterior que o iphone me trouxe um hobby, a fotografia.

Quase todas as minhas fotos vão parar no Instagram. Para quem ainda não conhece, ele é um aplicativo para o Iphone e para o Android, em que as pessoas compartilham fotos como numa rede social. Quem me apresentou foi minha amiga Liv Soban.

Liv é uma italiana típica. Cozinha muito bem, adora vinho, é falante e dramática. Conversa, briga, chora e ri num papo de 10 minutos. Em duas horas você já está fazendo tudo isso com ela. Divertidíssima.

Ela fotografa tão compulsivamente quanto fala. A vantagem é que o papo é bom, as fotos nem sempre.  Aprendi que ela vai publicar a foto no facebook e no Instagram mesmo se eu sair um bagaço, contanto que ela não saia. Na dúvida, e em nome da minha vaidade, é bom estar sempre preparada e fazer pose.

Acabei gostando do aplicativo. Ver fotos não exige nada de mim. Eu posso olhar as imagens e simplesmente relaxar. Não preciso pensar na síncope do chefe neurótico, ou na minha conta bancária que vai explodir no dia seguinte e nem na pilha de louça que me espera na cozinha. Quase uma terapia, portanto.

Era bem o começo do Instagram. Naquela época tinha pouca gente, amadores na maioria. Havia até um preconceito em relação à qualidade das fotos (superpertinente por sinal). Elas eram bem toscas mesmo.  Não variavam.  Era foto de bicho, comida, pôr do sol, do próprio reflexo no espelho, do pé. Dá pra imaginar, né?

Era também mais divertido. A gente postava as fotos que tirávamos mais espontaneamente. Por farra mesmo.  Só que o Instagram era bem mais rígido, e de tanta farra acabei perdendo 2 contas, e com elas um iPhone e um Ipad. Mas isso é outra história.

Liv e eu. Farra demais e qualidade de menos me custaram duas contas

Não que hoje tenha mudado muito; as fotos toscas continuam lá. Mas, o sucesso do aplicativo foi tanto que hoje você encontra fotógrafos profissionais, artistas plásticos, galerias de arte, revistas de moda, empresas de mídia e até prostitutas. Institucionalizou-se.

Agora tomei jeito, faço tudo tão certinho que o Boss deixou eu cuidar da conta do Diário no Instagram. Lá eu posto fotos que tiro dele trabalhando, das nossas viagens, minhas também (que é para marcar presença, if you know what I mean), e  tenho registrado a transição do blog para o site de notícias. Tá tudo no aplicativo.

Bem, esse papo todo é para apresentar o Instagram do Diário. Vai lá e me conta o que achou.  Lógico, e segue se gostar. @diariodocentrodomundo, ou http://instagram.com/diariodocentrodomundo

 

O Boss no movimento Ocupe Londres

 

O Boss lendo em Giverny na França, onde Monet pintou vários de seus quadros.
Serena Williams em Wimbledon
Foi assim que o blog começou a virar site
Os manos na exposição de 50 anos dos Stones
Pataquadas variadas

 

As balzacas se acabando no show da Madonna no Hyde Park
Os ciclistas pelados de Londres
Os ingleses
Os pequenos Nogueiras

 

Em um spa em Reiquejavique, Islândia
Exclusiva do Boss dormindo

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