13 de junho de 2014: o dia do massacre de Robben

Craque, apesar de careca
Craque, apesar de careca

 

A Espanha pode ter um toque de bola bonito, meio parecido com o do Barcelona e coisa e tal — mas de que adianta isso se a Holanda tem Arjen Robben?

Armada de contra-ataques fulminantes, os holandeses massacraram a Roja. A equipe espanhola simplesmente parou de jogar quando tomou o primeiro gol, no final do 1º tempo, e ficou perdida em campo. E então, na 2ª etapa, começou um massacre que só terminou aos 45 minutos.

O heroi do jogo foi o habilidoso Robben que, sempre com sua típica jogada em que corta para o meio e bate de esquerda, entortou os zagueiros e o goleiro espanhóis e bateu com perfeição nos dois gols que fez. Sem contar os piques que deu, deixando os espanhóis comendo poeira. Especialmente o grandalhão Piqué.

O canhoto Robben é um ponta direita fominha, decidido, rápido e que sempre faz a mesma coisa. Mas sempre dá certo. No ano passado, foi o personagem principal do título do Bayern da Liga dos Campeões.

Na final da Copa de 2010, perdeu dois gols cruciais que levariam a Laranja Mecânica ao seu tão esperado título inédito, mas o confronto terminou com o triunfo espanhol. Hoje o ponta do Bayern queria vingança.

Foi uma partida emocionante e cheia de gols. A Holanda, que todos acreditavam ser uma seleção que caiu muito de produção depois da última Copa e que dificilmente passaria das quartas de final nessa edição do mundial, mostrou ser um time organizado, veloz, que se defende muito bem e com grandes talentos individuais — o meia do Galatasaray Sneijder, o atacante e autor de um golaço Van Persie, do Manchester United, o volante do Milan de Jong, entre outros.

Junte a eles o monstruoso careca Robben e temos aí um fortíssimo concorrente a levantar a taça.

 

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